A equipa realça a vitória de Kris Meeke e Stuart Loudon para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) e ainda a prova da dupla João Silva e Luís Rodrigues.
Em comunicado, a Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal realça a “exibição sem mácula da sua dupla, Kris Meeke e Stuart Loudon” no Rali da Madeira, “o quarto triunfo da temporada em seis provas disputadas” no GR Yaris Rally2.
Meeke e Loudon reforçaram a liderança da equipa no campeonato, “demonstrando novamente a fiabilidade e competitividade do carro em asfalto, onde tem sido a clara referência do pelotão.”
Com o foco no objetivo principal – vencer entre os concorrentes do CPR -, no final Kris Meeke, mostrou-se satisfeito com o desfecho, considerando que “o Rali da Madeira é realmente único, quase como um Grande Prémio – cada especial parece uma qualificação, tal é a velocidade. Gostei imenso, mas estávamos focados principalmente no Campeonato de Portugal. Os quatro pilotos que terminaram à minha frente não estão inscritos no campeonato, por isso, apesar de tudo, aproveitámos bem o rali.”
Meeke acrescentou estar “super satisfeito por ter conseguido o máximo de pontos para o campeonato nacional, que é o grande objetivo. Ganhar este rali continua a ser uma ambição minha, mas neste momento o foco está no campeonato português.”




Para além do triunfo de Meeke e Loudon, a Toyota Gazoo Racing “viu outras duplas brilharem nas estradas madeirenses, com destaque para João Silva e Luís Rodrigues. Na sua terceira prova com o GR Yaris Rally2, a dupla esteve constantemente na luta pelo primeiro lugar da geral, terminando o rali a apenas 4,4 segundos do vencedor — uma exibição notável que reforça a competitividade do carro.”
No final, João Silva não poupou elogios à performance do Yaris: “É um carro espetacular, que nos permite atacar com confiança. Estamos muito contentes com o desempenho.”
Também Ruben Rodrigues e Rui Raimundo assinaram uma boa estreia na Madeira, alcançando o 6.º lugar entre os concorrentes do CPR — um resultado positivo face à exigência dos troços insulares.
Já Ricardo Teodósio e José Teixeira não tiveram a mesma sorte. Uma contrariedade técnica afastou-os da luta pelo CPR, mas a dupla continuou em prova até ao final.









