02_CUPRA desafia códigos de design com a MAM na Paris Fashion Week

Cupra leva a sua linguagem de design à passerelle da Paris Fashion Week

A Cupra estreou-se na Paris Fashion Week e, para a ocasião, não levou apenas carros. Levou uma visão do design que transcende os quatro pneus e se materializa em peças de joalharia, num desfile que aconteceu sob a icónica Ponte Alexandre III, no Solum Paris. A marca automóvel espanhola juntou-se à MAM, uma casa de moda e acessórios de Barcelona, para apresentar cinco coleções de “arte usável” que traduzem o espírito da Cupra em anéis, colares e pulseiras.

Esta é, na verdade, uma continuação de uma parceria que já vem de 2024, mas que agora ganha uma nova dimensão. Se antes tínhamos visto uma pulseira integrada na Cupra Member Box e depois uma segunda vaga com malas e porta-chaves, agora a coisa aprofundou-se. A MAM assumiu o desafio de criar a primeira linha de joalharia masculina da colaboração, um total de 37 peças que incluem brincos, ear cuffs e duas peças de vestuário, distribuídas por cinco coleções distintas.

O que é interessante aqui é a abordagem técnica e conceptual. Não estamos a falar de bijutaria com um logótipo. A MAM utilizou a sua tecnologia Ultralight Core™, um sistema de construção oca que permite criar peças escultóricas, com volume e arrojadas, mas leves o suficiente para serem usadas no dia a dia. O design paramétrico e a inspiração em civilizações galácticas e arquétipos universais deram o tom a um desfile que foi mais uma performance imersiva do que uma simples passerelle.

Cada uma das cinco coleções explora um ângulo diferente da linguagem de design da Cupra. A “From Data – Voronoi”, por exemplo, usa dados paramétricos e fabrico aditivo para criar estruturas orgânicas impossíveis de alcançar por métodos tradicionais. A “Cyborg” brinca com a fusão entre o humano e a máquina, incorporando princípios aerodinâmicos. E a “Repetition – Raval”, talvez a mais disruptiva, pega no espírito rebelde do modelo urbano elétrico da marca e transforma-o numa estrutura escultórica onde o “R” do nome se repete e evolui. Esta coleção, aliás, já está disponível para compra nos pontos de venda da MAM.

Para Ignasi Prieto, Chief Brand Officer da Cupra, esta presença na Paris Fashion Week é mais do que um evento de marketing. É a afirmação de que o design é uma ferramenta para criar ligações emocionais e desafiar convenções. E a verdade é que a parceria com a MAM parece encaixar nessa perfeição: ambas partilham a vontade de fazer as coisas de forma diferente, usando a moda e os objetos como veículos de autoexpressão. Como disse Anthya Tirado, co-fundadora e diretora criativa da MAM, a marca personifica “The Carians”, uma das civilizações intergalácticas do desfile, ligada ao poder pessoal, à confiança e à transformação.

Depois do desfile, a noite prolongou-se com uma afterparty que contou com a plataforma musical imersiva CUPRA Pulse e atuações de artistas como Chloé Caillet e Sita Abellán. E, claro, um CUPRA Raval à porta para receber as celebridades, num ambiente que procurou levar a energia da passerelle para a rua.

Com esta incursão no mundo da moda, a Cupra deixa claro que o seu território não se limita ao asfalto. Através da CUPRA Design House, a marca continua a explorar as interseções entre design, cultura e inovação, procurando conectar-se com uma nova geração que valoriza a criatividade e a individualidade. E, desta vez, fê-lo em grande estilo, em pleno coração de Paris.

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